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Ce limba folosim pe teritoriul Uniunii Europene?

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Diversitatea lingvistică este una dintre comorile Europei. Principalele familii de limbi din UE includ limbile germanice, romanice, slave, baltice și celtice. Instituțiile UE lucrează în 23 de limbi oficiale, dar există multe alte limbi care sunt mai puțin vorbite.

 

Mulți europeni vorbesc cel puțin o limbă străină pe lângă limba lor maternă, iar peste un sfert din populația adultă vorbește cel puțin două limbi străine. Totuși, în timpul călătoriilor dumneavoastră în Europa, încercați să folosiți câteva expresii în limba țării respective atunci când vă adresați localnicilor. Începeți cu bună dimineața:

 

bulgară

Dobro utro

lituaniană

Labas Rytas

cehă

Dobré ráno

maghiară

Jó reggelt

daneză

God morgen

malteză

L-Għodwa t-Tajba

engleză

Good morning

olandeză

Goedemorgen

estonă

Tere hommikust

polonă

Dzień dobry

finlandeză

Hyvää huomenta

portugheză

Bom dia

franceză

Bonjour

română

Bună dimineața

germană

Guten Morgen

slovacă

Dobré ráno

greacă

Kalimera

slovenă

Dobro jutro

irlandeză

Dia dhuit

spaniolă

Buenos días

italiană

Buongiorno

suedeză

God morgon

letonă

Labrīt

 

 

 

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Johanne on 10/04/2012 00:11:51
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David,possibly but applications need to be eesigndd with this architecture in mind from the outset. It is probably quite difficult to take an existing system and re-factor it to use the sort of scalable infrastructure offered by Amazon.I think you are right to ask this question though I would like to know if the Europeana engineers have considered this sort of architecture.Paul
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Junko on 10/04/2012 05:22:57
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Jan31 E ainda a exposie7e3o e os iptramf3nios que nos habitam.131313segundo, certos pontos.de.vista. Ningue9m e9 igual a ningue9m. Todo o ser humano e9 um estranho edmpar. Carlos Drummond de AndradeAs fotografias foram o rastilho que incendiou a memf3ria. Poderiam ter sido cem ou meia dfazia, mas como tudo tem um princedpio, decidimos apostar no 13, esconjurar a crene7a no infortfanio, provocar o estremecimento, registar o encontro entre o instante aprisionado na imagem e as imagens inste1veis, conflituantes, que a memf3ria constrf3i e reconstrf3i dentro do seu tempo; ouvir falar de desencontros (que se3o pontos negros na Histf3ria), descerrar o sofrimento, criar cumplicidades, reconhecer o trabalho e as lutas que trae7am a diferene7a, sorrir e0s hesitae7f5es, aos lapsos e “esquecimentos” que a memf3ria tece; jogar na mete1fora do nfamero a ambiguidade de sentidos que atravessam a imagem (tambe9m as alegrias e as suas celebrae7f5es), captar na singularidade de cada ponto.de.vista, o estranho edmpar que e9 todo o ser humano. Este projecto, cataliza o espanto, individual e colectivo, que assenta na descoberta de uma cidade nunca vista, sobre certos pontos.de.vista. Trata-se de criar com os parceiros e volunte1rios, uma nova e sofisticada cartografia do iptramf3nio, subjectiva, plural e diversa, reconstituedda a partir das pessoas e dos seus mundos. O que aqui se apresenta e9 uma infinite9sima parte do que temos recolhido, mas fica o exemplo, a sedntese, o mote para a criae7e3o de um centro de memf3rias que registe metodicamente o que este1 para ale9m das evideancias. O que nos torna edmpares, estranhamente diferentes, entre iguais.Isabel VictorDivise3o de Museus / Ce2mara Municipal de Setfabal_______O ProjectoEste projecto de recolha e registo de memf3rias orais tem como ponto de partida as fotografias de Ame9rico Ribeiro, Arquivo Municipal que faz parte do iptramf3nio cultural e artedstico de Setfabal.A escolha ne3o foi inocente, sabedamos, e0 partida, que o arquivo Ame9rico Ribeiro estava inscrito nas vidas e memf3rias dos cidade3os, ne3o sf3 pela sua riqueza teme1tica, mas tambe9m pela forma como Ame9rico Ribeiro se relacionou com as pessoas e com a cidade. Tambe9m sabedamos que os afectos gerados pelas imagens e apego aos lugares, fotografados durante mais de meio se9culo, facilmente despertariam a vontade de dizer algo.Para conseguirmos chegar a esta sedntese, apresentada sob a forma de exposie7e3o e filme, foi necesse1rio um longo e intenso trabalho de retaguarda, que teve inedcio em Outubro de 2007 e que continua a decorrer. Ate9 ao momento, foram trabalhadas 398 imagens, das quais 94 versam o Vitf3ria Futebol Clube; 196, a cidade e as pessoas; 27, as fe1bricas de conservas e 81, a Batalha das Flores, entre outras festas e tradie7f5es. Neste percurso, recolheram-se histf3rias de vida, memf3rias, criaram-se afectos e geraram-se emoe7f5es em torno do mote escolhido. Constituedram-se redes interpessoais envolvendo os museus e os diferentes grupos na comunidade, contribuindo para atenuar as barreiras sociais e intelectuais que ainda hoje inibem algumas pessoas de entrar nos museus e aceder a bens culturais e iptramoniais, que se3o pertene7a de todos. Com este trabalho buscamos a aproximae7e3o entre a comunidade, os museus, os iptramf3nios e aproveitamos a irrepetedvel oportunidade de recorrer a informantes que foram contempore2neos de acontecimentos fotografados por Ame9rico Ribeiro, tornando-os narradores da sua prf3pria histf3ria.A valorizae7e3o dos saberes e experieancias de vida dos membros da comunidade, sistematizados em forma de documentos acessedveis aos pfablicos e investigadores, permite-nos acrescentar aos espae7os museolf3gicos uma outra dimense3o de pesquisa, baseada na escuta e no compromisso com os cidade3os, engrandecendo e humanizando o leque de servie7os dos museus e os contefados do iptramf3nio imaterial.A exposie7e3o 13 Fotografias, 13 Estf3rias, 13 Filmes , refane um conjunto edmpar de imagens seleccionadas pelos informantes, de acordo com os seus crite9rios e prefereancias pessoais.A subjectividade dos seus olhares remete-nos para mfaltiplas e desafiantes leituras da cidade.Agradecemos a todos os que contribuedram para que isto fosse possedvel, dando-nos os seus fanicos e irrepetedveis pontos.de.vista.Maria Miguel CardosoMuseu do Trabalho Michel Giacometti Divise3o de Museus Ce2mara Municipal de SetfabalBruno FerroArquivo Municipal Fotogre1fico Ame9rico Ribeiro Divise3o de Museus Ce2mara Municipal de SetfabalEdite BarreiraProjecto abAo Encontro da Memf3ria Atrave9s do Patrimf3niobbPublicada por isabel victor em 29.1.09
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Highrolla on 15/04/2012 00:53:10
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I am glad to see an information prsieosfonal respond to your podcast. The perspective of librarians is often lacking from your show. I think what would be fascinating would to be host a debate between Thomas Mann (of the LOC) and Michele Frisque (of Northwestern University).I too am sympathetic to the outsourcing of college e-mail. But I think you are overlooking a whole lot of issues and concerns related to this topic. Consider the following questions, for instance: How will schools maintain compliance with FERPA regulations if e-mails are not stored on their servers? If somebody violates the FERPA rights of a student, do the lawyers serve the subpoena to the school or to Google/Microsoft?I like your continuing discussion of simplified methods for learning programming. Have you checked to see if there is a literature for teaching and learning in computer science? I know that some computer science professors have designed classes for non-majors. Maybe we could learn a thing or two from their approach.
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Mohamed on 15/04/2012 04:18:05
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Weitere Unterstfctzung findet das Projekt Erster Weltkrieg in Alltagsdokumenten durch das Team von RunCoCo how to run a ttummnoicy collection online. RunCoCo (based at the University of Oxford) has been supporting the work of the DNB, offering training and guidelines and the CoCoCo open-source software that is being used to collect contributions from the community. (RunCoCo project blog)
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